Bernardo de Clairvaux, um dos mais importantes teológos
medievais e o responsável por escrever a regra templária
A
Regra Templária estabelecia como deveria ser a vida do Cavaleiro, contendo as
obrigações e deveres de cada membro da Ordem. Entre as 73 disposições[1] da
Regra, podemos citar: O Grão Mestre (ou simplesmente Mestre) da Ordem era o
comandante da Organização e nenhum Cavaleiro poderia desobedecer às suas
ordens; acima da autoridade do Mestre estava a do Papa; os hábitos não deveriam
ter nenhum adorno ou decoração; os membros deveriam fazer suas refeições em
grupo e em silêncio; todos os Cavaleiros deveriam realizar orações diárias; os
irmãos deveriam evitar gargalhadas, conversas e frivolidades; eram impedidos de
narrar atos de bravura para vangloriar-se. Existiam muitas outras regras que
instruíam os membros da Ordem quanto à realização de jejuns, quantos cavalos
cada um poderia ter e até mesmo não negociar com os “infiéis” sarracenos. Aos
irmãos que descumprissem os artigos, havia punições que poderiam ir desde
humilhações como comer no chão por um ano e um dia até a perda do habito e dos
privilégios de cavaleiro (BURMAN, 2007).
[1] Alguns autores mencionam que são setenta
e dois artigos. Neste texto está sendo usado o autor Piers Paul Read, que
admite que são setenta e três artigos (2001, p. 114).
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